"Não quero amor que não saiba dominar-se, desse, como vinho espumante, que parte o copo e se entorna, perdido num instante.
Dá-me esse amor fresco e puro como a tua chuva, que abençoa a terra sequiosa, e enche as talhas do lar.
Amor que penetre até o centro da vida, e dali se estenda como seiva invisível, até os ramos da árvore da existência, e faça nascer as flores e os frutos.
Dá-me esse amor que conserva tranquilo o coração, na plenitude da paz!"
ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la. Que o abraço abrace! Que o perdão perdoe! Que tudo vire verbo e verbe! Verde. Como a esperança. Pois, do jeito que o mundo vai, dá vontade de apagar e começar tudo de novo..."